quinta-feira, 9 de maio de 2013

O mais provável é que esta coisa toda linda com o Caetano tenha ido com os porcos ontem

Dei um peido. Involuntário, é certo, entre malabarismos parvos que o estavam a fazer rir, mas audível. Ele não é surdo, porra, nunca quis tanto ter um namorado surdo. Não cheirou mal por isso não bati com a cabeça no chão até jorrar cérebro. Sinto-me desolada. Lado positivo, agora já posso fazer pupu e deixá-lo entrar na casa de banho logo a seguir, não é? Assim como assim, passou a ser do conhecimento dele que tenho intestinos. Só tenho medo do que virá a seguir, talvez um arroto sonoro ou palitar os dentes com o mindinho. O céu fim é o limite!

7 comentários:

A Chata disse...

E ele apercebou-se? Sua porca!

Arisca disse...

Pelo ataque de riso que lhe deu, não tenho dúvidas :/

pastora disse...

às vezes peido-me em frente às pessoas e não sei se reparam...

A Chata disse...

Don't worry! Isso vai ser daqueles assuntos qde que vão passar a vida a rir. Apura tu o ouvido também ;)

Dani disse...

Pronto, uma barreira quebrada. Mas por favor que isso não se torne um hábito numa batalha campal. Eu ao fim destes anos todos ainda morro de vergonha..

A Madeirense disse...

Agora começa a sinfonia dos peidos entre os dois. Queres algo mais romântico do que isso?

Arisca disse...

Pastora, tu não bates bem :p

Chata, sobrevivi a isto tantos anos para me desgraçar no meio de uma cambalhota.

Dani, tornar-se hábito nem pensar!

Madeirense, córror! :D

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